Sindicato dos Servidores Públicos do Sistema Penitenciário Paulista

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Independente do que aconteça

Porque o nosso futuro

Depende da nossa união e luta no presente

04/04/14

AMANHÃ, SÁBADO, PALESTRA DO MAJOR OLÍMPIO NA ITE

O deputado estadual Major Olímpio Gomes (PDT) estará em Bauru amanhã, participando do Encontro Macroregional do PDT. Major Olímpio é defensor dos projetos relacionados aos servidores penitenciários e a Polícia Militar. O SINDCOP convida os servidores do sistema penitenciário para participar do evento que será realizado na ITE (Instituição Toledo de Ensino), a partir das 8 horas.
O convite para que o SINDCOP  e os servidores penitenciários participem do evento foi feito pelo vereador Fabiano Mariano, que o presidente municipal do Diretório do PDT.
Major Olímpio estará acompanhado do ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi que é presidente nacional e estadual do PDT, e de Carlos Apolinário. Major Olímpio é pré-candidato as eleições deste ano e deve disputar o cargo de governador. Apolinário é pré-candidato a senador.
Major Olímpio é o deputado que mais se aproximou dos servidores penitenciários nos últimos anos. Todas as vezes que foi preciso a intervenção de um deputado nas questões relacionadas a categoria, o Major Olímpio recebeu a diretoria do SINDCOP . Várias vezes ele intercedeu pelos servidores na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), inclusive durante o período de greve. 

21/03/14

NOTA DE REPÚDIO




A Coordenação de Mobilização e Negociação repudia ações do governo contra os trabalhadores

A Coordenação de Mobilização e Negociação dos servidores do sistema prisional paulista vem a público parabenizar os funcionários pela união e mobilização demonstradas durante todo o dia desta quinta-feira. Continuaram firmes na greve, enfrentaram todo tipo de ameaça, aprovaram a continuidade da greve. Tudo em um único e histórico dia. Mostraram garra, coragem e disposição para lutar pelo que acreditam e merecem. Parabéns.

Tendo em vista a situação crítica e precária em que se encontram os presídios paulistas, seja pela superlotação de presos, falta de funcionários e demais mazelas, estamos chegando ao 12º dia de greve devido à inflexibilidade do governo de São Paulo.

A Coordenação decide, em vista do governo do estado anunciar à imprensa toda a sua “boa vontade” em negociar com as entidades representativas do sistema, que:



1)      Repudiamos toda a truculência e o desrespeito com que o governo trata os seus trabalhadores, quando opta pela força da polícia ao invés de privilegiar o diálogo. Certamente, virar as costas para os problemas do sistema prisional e tentar sufocar e intimidar os trabalhadores somente trarão consequências irreparáveis e irreversíveis para o sistema penitenciário.



2)      As 11 assembleias de categoria realizadas ao longo do estado de São Paulo deliberaram pela continuidade da greve, até porque se os funcionários recuarem e deixarem que tudo continue do jeito que está, significará o fim da perspectiva de melhoria para aqueles que labutam heroicamente nos presídios falidos e abandonados do estado de São Paulo.  Temos certeza que diante desta crise sem precedentes, somente um governo democrático, afeito ao diálogo, conduzirá a uma solução pacífica e efetiva.



3)      Esperamos que nesta sexta-feira, 21 de março, o governo anuncie em caráter urgente uma agenda para negociações com uma proposta de valorização e uma política voltada para as condições de trabalho e saúde do trabalhador.



4)      Também temos certeza de que o sistema prisional paulista é desumano para os funcionários, os presos e todos os seus familiares. Irresponsáveis não são os funcionários, mas sim aqueles que teimam em não enxergar a situação crítica das nossas prisões. Diante disto, a Coordenação delibera que haverá visita normal no final de semana, aguardando que o governo estadual também cumpra o seu papel e agende em caráter emergencial uma reunião para definir a pauta de reivindicação 2013 da categoria.



São Paulo, 21 de Março de 2013



Coordenação de Mobilização e Negociação dos Servidores do Sistema Prisional do Estado de São Paulo

19/03/14

PARTICIPE!

Acabou agora a pouco a reunião da Coordenação Única de Mobilização e Negociação que reúne os diretores do SIFUSPESP, SINDASP E SINDCOP.
Ficou deliberado que serão feitas assembléias para discutir e deliberar sobre: Se a categoria paralisa ou não a greve para continuidade das negociações, a Coordenação esteve no último dia 18 no Palácio dos Bandeirantes onde os representantes do governo comunicaram aos dirigentes sindicais que só voltaria a negociar se a greve fosse suspensa, os dirigentes sindicais saíram da reunião frustrados.
Foi unânime entre os dirigentes sindicais o descaso e a falta de respeito por parte do governo com os trabalhadores do sistema prisional paulista.
Para os todos os dirigentes presentes a resposta da categoria é obvia, mas temos que fazer as assembléias para legitimar a decisão:
A primeira assembléia foi realizada no mesmo dia próximo ao palácio e os servidores penitenciários presentes decidiram que não aceitavam a suspensão
As assembléias serão realizadas a partir de amanhã:
CDP de Itapecerica da Serra às 14h00
CDP de Sorocaba às 06h00
CDP de Bauru às 13h00
Presidente Prudente – Sede do Sindasp às 19h00
Complexo de Pinheiros às 18h00
CDP de São José do Rio Preto às 12h00
CDP de Ribeirão Preto às 18h30
P-III de Franco da Rocha às 9h00
Complexo Penitenciário Campinas/ Hortolândia às 19h00


17/03/14

SINDCOP, Sifuspesp, Sindasp e Sindespe se unem e vão comandar a greve juntos


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O primeiro ato conjunto acontece nesta terça (18), com protesto no Palácio dos Bandeirantes

A vontade da categoria prevaleceu e as quatro entidades sindicais que representam os servidores do sistema prisional paulista decidiram se unir e juntas formar uma comissão de greve unificada. A decisão ocorreu agora à noite, durante reunião entre o SINDCOP, Sifuspesp, Sindasp e Sindesp.
A comissão irá discutir a greve da categoria e a negociação salarial com o governo. Na reunião, realizada em São Paulo, foi deliberada a decisão de formar uma comissão de greve unificada, com objetivo de fortalecer a mobilização e garantir maior respaldo para os servidores em greve.
Durante a reunião ficou decidido que todos os presidentes das referidas entidades participarão amanhã de um ato público na frente do Palácio dos Bandeirantes, evento que marca a primeira ação conjunta das entidades nesta greve.
Também foi deliberado que as entidades orientarão que os servidores que não puderem comparecer ao ato, em São Paulo, permanecerão na frente das unidades prisionais dando prosseguimento a greve. A manifestação está marcada para começar às 10 horas.
Reunião
Estiveram presentes os presidentes do Sifuspesp João Rinaldo Machado, do Sindasp Daniel Grandolfo, e do Sindcop Gilson Pimentel Barreto, além de diretores e assessores das três entidades.
 O presidente do Sindespe não pôde comparecer, pois tinha compromisso previamente agendado. 
Unidos na luta
As entidades formalizaram um acordo que prevê a participação de três representantes de cada entidade para formar a comissão de greve unificada.
No encontro dos sindicalistas foi unânime a proposta de que as entidades se unam para o bem da categoria, que já está sendo bastante pressionada e ameaçada.
Os representantes das entidades sindicais deixaram claro que a greve só termina se o governo negociar as reivindicações dos servidores e se comprometer a retirar qualquer tipo de punição aos grevistas e às entidades.
 “Disso não abriremos mão”, garantiram os sindicalistas.
Assembleias unificadas
Com a união das entidades, todas as propostas do governo serão apresentadas a categoria em assembleias unificadas e realizadas nas sedes das entidades. Ou seja, assim que o governo apresentar sua proposta serão realizadas apenas quatro assembleias: em São Paulo (no SIFSUPESP), em Presidente Prudente (no Sindasp), em Bauru (no Sindcop), e em Campinas (no Sindespe).  A decisão da categoria nessas assembleias será soberana.

Unidade reforça a luta
Segundo os representantes das entidades sindicais, o acordo que unificou a mobilização, firmado hoje, traz segurança para manter a mobilização, que já atinge 80% do sistema prisional paulista.
A expectativa dos sindicalistas é que a greve atinja 100% da categoria e que prossiga firme até que o governo apresente uma proposta satisfatória, e ainda se comprometa em não aplicar punição para os grevistas.
A partir de agora, todas as decisões referentes à greve do sistema prisional paulista seguirão um mesmo rumo em todo o estado, dentro dos parâmetros legais.
A comissão irá decidir sobre questões como: serviços paralisados,  atendimento aos grevistas que possam estar sofrendo ameaças ou que já tenham sido punidos e  tipo de mobilização. As informações da comissão serão repassadas de forma objetiva, uniformizando a mobilização e a comunicação com a categoria.
Devido a rumores da liminar concedida pelo Tribunal de Justiça, os comandos de greve estão sendo orientados a seguirem à risca as determinações da Lei de Greve.
A unificação representa um novo tempo para todos os servidores do sistema prisional.
É hora de conquistarmos o que merecemos. A luta continua, só que mais forte e mais unida.